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18 de fevereiro de 2012

Samsung Galaxy Y: um smartphone acessível


Eu ainda vou ter um smartphone
O sonho de muitos consumidores é comprar um smartphone, desejo que muitas vezes esbarra no alto preço do gadget , mas há uma ótima opção para esse tipo de consumidor: o Samsung Galaxy Y, um modelo mais básico com Android, apresentando as mesmas características de design dos modelos de maior destaque, mas com recursos limitados, sendo uma opção econômica para o bolso do usuário. Abaixo as vantagens e desvantagens desse modelo que, no mercado atual, pode ter um preço de até 75% de um Android “top”.
Design
O Galaxy Y tem um design simples que fica evidente a sua proposta de ser um telefone com preço mais acessível, mas bem confortável: a tampa traseira possui um relevo simples, que torna o agarre mais seguro. O telefone possui uma boa aderência, com seus 11,5 milímetros de espessura, e no uso com apenas uma das mãos você consegue alcançar todas as áreas da tela com facilidade.

Sua tela de LCD de 3 polegadas tem um ótimo brilho, com bons ângulos de visualização. Porém, por causa de sua baixa resolução (240 x 320 pixels), os elementos da tela aparecem um pouco granulados, o que pode incomodar os usuários mais exigentes. Seus botões de liga/desliga e volume são de fácil acesso, pois ficam na mesma posição que os demais modelos da linha Galaxy. A posição da câmera e do alto-falante do telefone também seguem a mesma regra de posicionamento, ambos na parte superior do smartphone.

Hardware e processamento
O Samsung Galaxy Y possui um processador de 832 MHz de núcleo simples, o que é um ponto positivo, já que os outros modelos Android da fabricante com características semelhantes contavam com chips de apenas 600 MHz, o que limitava consideravelmente o desempenho do sistema do Google. Com esse processador, é possível fazer um pouco mais no Galaxy Y, mas nada que exija muito dele. Mesmo porque o desempenho do produto não depende exclusivamente do chip, mas também de outros elementos.

O primeiro deles é a sua interface TouchWiz, que apesar de tornar a operação do Android um pouco mais prática (principalmente para os usuários iniciantes, que é o público-alvo desse telefone), ela pode resultar em pequenos engasgos em algumas telas com widgets mais elaborados. Mas essas pequenas travadas estão dentro do esperado para a proposta que o produto tem, e não são frequentes a ponto de incomodar o usuário nas tarefas diárias.

Talvez os principais problemas que o Galaxy Y possua (e fatores que influenciam de forma decisiva no seu desempenho) sejam a sua memória RAM e sua capacidade de armazenamento. Apenas 256 MB e 180 MB, respectivamente. Esses dois fatores combinados podem provocar travamentos e paradas críticas diversas. E esse é o reflexo mais imediato de um produto concebido para ser acessível financeiramente. Para minimizar esses problemas, recomendamos que você instale um programa que encerre os programas que estão ativos em segundo plano no sistema, e que se utilize de um cartão de memória microSD, para instalar os aplicativos menos utilizados (o Galaxy Y possui slot para cartões de até 32 GB).

Parte traseira e lateral do Samsung Galaxy Y
Câmera
Como um modelo básico, o Galaxy Y possui uma câmera simples de 2 megapixels, sem flash LED. É uma câmera que só se faz funcional para aqueles momentos mais descontraídos, para registrar e enviar imagens rapidamente pelas redes sociais. Não é uma câmera para resultados mais expressivos, ou com fotos que possam ter uma boa qualidade de impressão. Em fotos de boa iluminação e/ou em luz natural, ela tem resultados aceitáveis. Em fotos com iluminação artificial ou baixa luminosidade, pode ser desastrosa.

A câmera também é capaz de produzir vídeos com resolução QVGA, com 15 FPS. Nos padrões de hoje, ela até serve para gravar vídeos para serem postados no YouTube, mas os seus resultados ficam muito abaixo do aceitável. É uma câmera que serve mais para eventuais gravações de vídeos, apenas para uma brincadeira e nada mais.

Desempenho
O desempenho geral do Galaxy Y é bom, e pode agradar os usuários iniciantes ou menos exigentes nos seus propósitos com um smartphone. A experiência de uso do Android 2.3 vai ser a mesma de modelos mais avançados da Samsung, fazendo com que o usuário desse modelo não perca muita coisa em relação ao dono de um Galaxy S II. Até mesmo os widgets e aplicativos da Samsung estão presentes em todos os modelos com a mais recente versão do TouchWiz. A diferença é basicamente na velocidade que isso é feito. Afinal, um desempenho de um processador de dois núcleos é notadamente melhor do que um modelo de núcleo simples, como é o caso do Galaxy Y.

Sua bateria de 1.200 mAh teve autonomia de aproximadamente 10 horas de uso intenso (acesso à internet via 3G e WiFi, de forma alternada, 5 horas de música com fones de ouvido e acesso constante às redes sociais). Com programas específicos, que fazem o gerenciamento dos recursos do sistema, essa autonomia tende a aumentar, de forma que ele possa ser utilizado por, pelo menos, um dia inteiro.

Custo-benefício
O Samsung Galaxy Y é uma excelente opção de compra para aqueles que querem ter um smartphone que faça o básico, que é fazer e receber ligações, acessar e-mails, redes sociais e mensagens de texto. Também é recomendado para quem quer ter o primeiro Android. 



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